segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
O pensamento...
"O pensamento é escravo da vida e a vida o bobo do tempo, e o tempo que toma conta do mundo inteiro um dia há de parar." (William Shakespeare)
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Governo do PT ataca dos trabalhadores e tenta aprovar nova Reforma da Previdência
O projeto só não foi para votação porque faltou um acordo maior entre os partidos burgueses que apóiam Dilma Rousseff e por uma crise entre Marco Maia, presidente da Câmara dos Deputados, e o governo federal
10 de fevereiro de 2012
10 de fevereiro de 2012
O Congresso Nacional voltou do recesso parlamentar há poucos dias. Em suas primeiras seções, no entanto, já foi possível perceber que o governo Dilma Rousseff pretende aprofundar os ataques aos trabalhadores neste ano.
No último dia 8 (quarta-feira), por exemplo, a principal iniciativa dos deputados da chamada base governista foi tentar colocar em discussão e votação o projeto que cria o Fundo de Previdência Complementar para o Servidor Público.
A votação não ocorreu apenas porque faltava acordo entre os partidos burgueses e por uma crise aberta entre o Marco Maia (PT), presidente da Câmara dos Deputados, e o próprio governo.
A iniciativa faz parte desta ofensiva que teve início no dia 6 de fevereiro com a privatização dos três principais aeroportos do País. Com o Fundo de Previdência Complementar o governo busca dar mais um passo para liquidar a previdência pública e colocar todo este setor sob total controle dos bancos, que passariam a controlar estes fundos.
Desde a campanha eleitoral de 2010, denunciamos que tanto o candidato do PSDB, José Serra, como a candidata petista, Dilma Rousseff tinham um plano de austeridade e que colocariam ele em prática. No primeiro ano, este plano já tinha sido colocado em prática com uma série de medidas de austeridade e na privatização dos Correios, maior estatal em número de trabalhadores do País.
Agora, com o aprofundamento da crise capitalista as medidas de austeridade estão aumentando. A Reforma da Previdência é uma delas.
Por isso, é preciso organizar a classe operaria para lutar contra a tentativa do governo do PT de manter os lucros da burguesia por meio de uma exploração ainda maior dos trabalhadores.
Fonte: pco.org.br
Folha de S. Paulo defende ataque de Rodas às comunidades perto da USP
Na quinta-feira, o jornal anunciou a vontade de Rodas de “reurbanizar” as favelas ao lado da USP que no vocabulário da direita é a repressão da pobreza
10 de fevereiro de 2012
10 de fevereiro de 2012
O título da matéria sobre o tema é “USP quer que governos reurbanizem favelas vizinhas a seu campus”. “Segundo a universidade, a solicitação foi feita porque o reitor, João Grandino Rodas, avaliou que a instituição teria de dar atenção às mais de 3.000 famílias nas favelas São Remo e Carmine Lourenço.”
Foi assinado um “protocolo de cooperação” em dezembro pela USP, governo estadual e prefeitura.
Segundo a reitoria, a USP irá encaminhar e realizar a “reurbanização da comunidade”.
O projeto é desconhecido da comunidade universitária e dos moradores do próprio bairro.
Rodas instalou uma comissão que vai trabalhar em conjunto com as secretarias de habitação do estado e do município de São Paulo.
O PSDB está em uma ofensiva contra a população pobre em toda a cidade. O projeto encabeçado pelo representando do governo do PSDB na USP desse projeto de urbanização é mais um processo de higienização.
Assim como o governo Alckmin está fazendo na chamada Cracolândia, um problema de saúde pública tratado à bala. Há relatos de pessoas mortas na operação que foi camuflada com o apoio da imprensa burguesa. A brutal violência da polícia militar contra os moradores do Pinheirinho em São José dos Campos também expressa o tratamento dado por este governo aos pobres. Os moradores foram colocados em uma situação subumana e amontoados em quadras, sem condição de higiene e alimentação adequada. Há dezenas de desaparecidos que a prefeitura e polícia impedem que os hospitais indiquem o destino dessas pessoas.
Agora as imobiliárias da cidade não estão alugando casas para essas pessoas.
A ideia é que até março já esteja pronto o levantamento parcial patrimonial e o potencial de ocupação.
O Coordenador da associação de moradores da São Remo, Givanildo Santos se diz preocupado. "Será que eles não querem tirar as pessoas de um terreno valorizado?".
A operação de Rodas-Alckmin-PSDB nas favelas em volta da USP é mais um ataque da direita que deve ser barrado.
Fonte: PCO.org.br
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Romário reclama de morosidade nas votações da Câmara
O deputado federal Romário (PSB-RJ) reclamou na madrugada desta quinta-feira (9), pelo Twitter, da morosidade em votar matérias na Câmara.
"Têm 3 semanas que venho em Brasília para trabalhar e nada acontece. E olha que estamos em ano de eleição", disse. "E Espero que na minha próxima vinda a Brasília tenha alguma porra pra fazer. Ou será que o ano só vai começar depois do carnaval?"
Romário afirmou ainda que a culpa pela demora nas votações de matérias importantes é dos políticos. "A PEC 300 também não foi votada. Têm greves acontecendo, pessoas morrendo e lojas sendo saqueadas. Nós políticos somos culpados mesmo!"
Ele disse acreditar que seja por "falta de objetividade e de sensatez que algumas coisas lamentáveis" acontecem no país. "Tem coisas que só acontecem na política. E hoje, mais do que nunca, tenho certeza disso."
A PEC 300 fixa piso salarial nacional para policiais civis e militares, inclusive bombeiros.
A manipulação dos dados de crimes em Minas
Azenha, por favor não publique meu nome. Sou Perito Criminal em Minas e a situação descrita pelo Hoje em Dia é a mais pura verdade. Envio o link para sua apreciação e divulgação no seu excelente sítio.
Juliana Correa – Do Hoje em Dia – 6/02/2012 – 07:2
O combate à criminalidade em Minas tira o sono de policiais militares de todo o Estado. Profissionais garantem que, para cumprir a meta estipulada anualmente pela Secretaria de Defesa Social (Seds), são obrigados por superiores a manipular boletins de ocorrência (B.O.) para reduzir as estatísticas de crimes violentos. Os “bons” resultados apresentados à sociedade rendem uma recompensa financeira aos policiais militares, conhecida como Abono Produtividade, recebida de acordo com o desempenho a cada ano de serviço.
As denúncias alertam para um falso avanço no combate à violência no Estado. Para “melhorar” os indicadores, alguns PMs redigem as ocorrências como se os crimes fossem menos agressivos. A estratégia “transforma” homicídio em encontro de cadáver e tentativa de assassinato em lesão corporal. A lesão corporal é classificada como agressão, que, por sua vez, vira atrito verbal. Já o roubo é lavrado como um simples furto.
Em Contagem, por exemplo, os registros de encontro de cadáver passaram de 27, em 2010, para 42 em 2011, um aumento de 55%. A situação se repete em Santa Luzia, também na Região Metropolitana de Belo Horizonte, onde as ocorrências dobraram no mesmo intervalo, subindo de 12 para 24.
“A ordem dos comandantes é a de que os índices de criminalidade estejam dentro das expectativas do Governo”, diz um militar que trabalha em Belo Horizonte e pediu anonimato. “A verdade é que não temos como diminuir a violência com a realidade atual do Estado. A população aumentou e o efetivo policial continua o mesmo. Jamais conseguiremos bater as metas nessas condições”.
Um boletim de ocorrência redigido em dezembro de 2011 mostra a insatisfação de policiais que são obrigados a “burlar” o B.O.. No registro feito por militares do 34° Batalhão da PM, a vítima relata que estava na porta da casa de um amigo quando foi alvo de tiros efetuados por quatro homens em um veículo.
Por ordens de superiores, a ocorrência foi registrada como disparo de arma de fogo. Inconformado com a identificação do B.O., o policial responsável pelo boletim relatou que no local foram encontradas cápsulas de duas armas, contradizendo a versão de um simples tiro.
O histórico da ocorrência informa que o registro foi feito “seguindo orientações do senhor ten. cel. Fagundes, comandante do 34° Batalhão, segundo informações do ten. Rafael, comandante do patrulhamento no 34° Batalhão neste turno”. Para mostrar que a denominação não estava de acordo com as regras da corporação, o policial acrescentou: “Cumprindo determinação do CICOP (Centro Integrado de Comunicações Operacionais), fica relatado este B.O. com a natureza de homicídio tentado contra a vítima”.
O PM também fez constar no documento a determinação de superiores para que o episódio fosse anotado como um simples disparo de arma de fogo. Procurado pelo Hoje em Dia, o comandante do 34° Batalhão, tenente-coronel Idzel Fagundes, afirmou que só comentaria o fato após analisar o boletim.
Meu caminho
Meu caminho não tem jeito,
nada nele será fácil,
espinhos, pedras, obstáculos,
espíritos sem luz e pessoas sem coração.
Meu caminho não tem jeito,
nada nele será fácil,
provocações, desilusões, quedas,
tristes perdas e ganhos pequenos.
Meu caminho não tem jeito,
nada nele será fácil,
dias de trabalho, poucos feriados,
festas sem alegria e raros sorrisos.
Meu caminho não tem jeito,
nada nele será fácil
resta-me cantar as canções que aprendi,
ler poemas que nunca li
e sonhar o sonho que me faz seguir o meu caminho.
nada nele será fácil,
espinhos, pedras, obstáculos,
espíritos sem luz e pessoas sem coração.
Meu caminho não tem jeito,
nada nele será fácil,
provocações, desilusões, quedas,
tristes perdas e ganhos pequenos.
Meu caminho não tem jeito,
nada nele será fácil,
dias de trabalho, poucos feriados,
festas sem alegria e raros sorrisos.
Meu caminho não tem jeito,
nada nele será fácil
resta-me cantar as canções que aprendi,
ler poemas que nunca li
e sonhar o sonho que me faz seguir o meu caminho.
Você não pode dormir sem ler
Maria começou a namorar com Jorge,
Antônio transou com Jorge um dia antes
Jorge resolveu que Maria era melhor que Antônio
Antônio ficou arrasado, porém se ajeitou em uma kitnet em outra cidade.
Luís resolveu sair no carnaval em um bloco.
O bloco resolveu contratar uma banda.
A banda trocou de baixista.
O baixista se chama Jorge.
O bloco foi pra rua.
A rua ficou cheia.
O show da banda foi maravilhoso
e Luís se encantou com Jorge.
Jorge desceu do trio elétrico.
Luís aguardava por Jorge.
A conversa foi agradável.
Rolou um amor de carnaval.
Maria nunca soube.
Luís casou-se com Ana.
Jorge se matou.
Antônio continua feliz.
Fofoca é comigo mesmo!
Antônio transou com Jorge um dia antes
Jorge resolveu que Maria era melhor que Antônio
Antônio ficou arrasado, porém se ajeitou em uma kitnet em outra cidade.
Luís resolveu sair no carnaval em um bloco.
O bloco resolveu contratar uma banda.
A banda trocou de baixista.
O baixista se chama Jorge.
O bloco foi pra rua.
A rua ficou cheia.
O show da banda foi maravilhoso
e Luís se encantou com Jorge.
Jorge desceu do trio elétrico.
Luís aguardava por Jorge.
A conversa foi agradável.
Rolou um amor de carnaval.
Maria nunca soube.
Luís casou-se com Ana.
Jorge se matou.
Antônio continua feliz.
Fofoca é comigo mesmo!
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